E voltando à ativa no ano de 2011 depois de mais de UM ANO de marasmo por aqui, cá estou eu de volta e espero que pra ficar. Pelo menos vou me esforçar para que assim permaneça. Saudade!

E pra começar começando, aqui vamos com uma lista bem interessante de filmes que a Empire Magazine elegeu como os 12 melhores feitos nos últimos tempos e que, detalhe, não são “made in Hollywood”, ou por assim dizer, falados na língua inglesa.

A lista é de 2010 e talvez atualmente se tenha novas adesões, mas tá valendo, porque eu particularmente adorei os filmes citados. Confesso que não assisti boa parte dos antigões, mas fica como uma lista minha de “filmes pra botar em dia”. Quem tiver mais dicas de nomes que ficaram de fora, fique à vontade pra compartilhar… 😉

1º lugar: Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa (Japão, 1954)

Sinopse: durante o Japão feudal do século XVI, um velho samurai chamado Kambei (Takashi Shimura) é contratado para defender uma aldeia indefesa que é constantemente saqueada por bandidos. Contando com a ajuda de outros seis samurais, Kambei treina os moradores para resistirem à um novo ataque, que deve acontecer muito em breve.

2º lugar: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet (França, 2000)

Sinopse: Amélie é uma jovem que se muda do subúrbio, onde morava com a família, para Paris, para trabalhar como garçonete. Ela encontra uma caixinha cheia de itens pessoais escondida no banheiro de sua casa e decide entregá-la ao antigo dono, revendo pequenos conceitos que mudarão sua vida.

3º lugar: Encouraçado Potemkin, de Sergei M. Eisenstein (Rússia, 1925)

Sinopse: O que começa como um motim no navio de guerra Potemkin acaba por dar início a uma violenta revolta na cidade de Odessa.

4º lugar: Ladrões de Bicicleta, de Vittorio de Sica (Itália, 1952)

Sinopse: A história se passa logo após a Segunda Grande Guerra, com a Itália destruída e o povo passando necessidade. Ricci (Lamberto Maggiorani) consegue um emprego após muita espera. Só que esse emprego, de colador cartazes na rua, lhe pedia como obrigação uma bicicleta. Ricci e sua mulher Maria (Lianella Carell) conseguem um dinheiro para uma, possibilitando que ele realize o seu trabalho. Há também o menino Bruno (Enzo Staiola), filho do casal. Fascinado por bicicletas, o menino cai de cabeça com o pai na busca pela bicicleta que lhes foi roubada, quando Ricci trabalhava apenas em seu primeiro dia.

5º lugar: O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro (México, 2006)

Sinopse: Espanha, 1944. Oficialmente, a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia, de dez anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen. Lá, as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes, jovem cozinheira da casa que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto e todo um mundo de fantasias se abre, trazendo consequências para todos à sua volta. Participou da competição do Festival de Cannes de 2006.

6º lugar:  A Batalha de Argel, de Gillo Pontecorvo (França, 1966)

Sinopse: A revolução da Argélia vista dos dois lados da moeda: a legião estrangeira francensa que saiu derrotada do Vietnã e o povo da Argélia, que busca sua independência. O filme mostra o lado mais sujo do conflito.

7º lugar: Cidade de Deus, de Fernando Meirelles (Brasil, 2002)

Sinopse: A história é fictícia, mas inspirada em fatos reais narrados por um jornalista que foi morador da Cidade de Deus, no livro de mesmo nome. Conta a história de um garoto chamado Buscapé desde sua infância, nos anos 60, até o final dos anos 70, dando uma idéia da criação das favelas, da origem do tráfico de drogas e de sua relação no dia a dia dos moradores.

8º lugar: O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman  (Suécia, 1954)

Sinopse: Antonius Block retorna das cruzadas e encontra sua vila destruída pela peste negra. Depois disso passa a refletir sobre o sentido da vida, mas a Morte (Bengt Ekerot) aparece para levá-lo. Porém, Block se recusa a morrer sem ter entendido o sentido da vida e propõe um jogo de Xadrez, onde se ele ganhar continua a viver. Apesar de perder o jogo, a Morte continua a perseguí-lo enquanto viaja pela Suécia medieval.

9º lugar: O Salário do Medo, de Henri-Georges Clouzot (França/Itália, 1954)

Sinopse: Quatro homens desempregados e miseráveis, que vivem em condições quase desumanas em um pequeno vilarejo da Guatemala, aceitam uma perigosa e desafiadora missão: transportar uma carga altamente explosiva de nitroglicerina em caminhões sem nenhuma estrutura para tanto, ao longo de estradas em péssimas condições, até um incêndio que está acontecendo em um poço de petróleo de uma extratora estadunidense. Filme vencedor da Palma de Ouro e do Urso de Ouro, respectivamente, prêmios dados no festival de Cannes e de Berlin.

10º lugar: A Viagem de Chihiro, de Hayao Miyazaki (Japão, 2001)

Sinopse: Uma garota de 10 anos, acompanhada pelos pais numa viagem de mudança vê-se subitamente encurralada numa situação desesperadora: seus pais, após comerem da comida de um restaurante desconhecido, transformam-se em porcos. A garota, então, deve fazer de tudo para reverter o acontecido, em um mundo bizarro e fantasioso. Oscar de Melhor Animação.

11º lugar:  La Dolce Vita, de Federico Fellini (França/Itália, 1960)

Sinopse: Marcello Rubini (Marcello Mastroianni) é um repórter de um jornal sensacionalista que passa a questionar sua vida quando conhece uma linda atriz de Hollywood. Oscar de Melhor Figurino em Preto e Branco e a Palma de Ouro no Festival de Cannes, é considerada a obra-prima do mestre Fellini.

12º lugar: Metropolis, de Fritz Lang (Alemanha, 1927)

Sinopse: O futuro é distante e o mundo está sob o comando dos poderosos, que isolaram os mais pobres no subsolo como se fossem seus escravos, para que trabalhassem em prol dos mesmos. Comandados por Freder Fredersen (Gustav Fröhlich), os operários são obrigados a trabalharem sem parar para que a cidade não pare. Obra-prima de Fritz Lang, reconhecido como um dos filmes-mudos mais importantes já lançados no cinema, continuando atual ainda hoje.

***Sinopses retiradas do site Cineplayers.

Fonte: Terra Cinema

Anúncios