(Continuação)

No mês dos namorados, os 20 casais mais inesquecíveis da telona…

A Dama e o Vagabundo, de Clyde Geronimi e Wilfred Jackson

“A Dama e o Vagabundo” (“Lady and the Tramp” – 1955). Um clássico entre os filmes de desenho. Uma das melhores animações da Disney em termos de sutileza, emoção e enredo. O filme é baseado em um conto de Ward Greene, que narra o romance entre a cachorrinha de classe Dama e o adorável cachorro de rua Vagabundo, que para viverem sua história têm de lidar com as dificuldades de suas diferentes realidades. Narrativa complexa para um filme de criança, não?! hehe!   

A Bela e a Fera, de Gary Trousdale e Kirk Wise

“A Bela e a Fera” (“Beauty and the Beast” – 1991). Impossível não citar outra linda obra de animação da Disney, o incrível conto de fadas de amor de Belle e Adam o príncipe transformado em Fera, o qual mostra o valor do amor verdadeiro e da importância da beleza interior, relegando a superficialidade da aparência. Claro que o poder de “cura” da paixão e tudo mais que se pôde aprender como moral da história, quebrou o feitiço da fera, transformando-o novamente em humano e assim eles viveram felizes para sempre e tal. Eu sinceramente gostava mais da história como era no princípio, já que a moral mesmo era falar sobre a beleza que vem de dentro, e não o príncipe que tá por fora… Mas quem sou eu pra contestar? 😛

Romeu + Julieta, de Baz Luhrmann

“Romeu + Julieta” (“Romeo + Giulietta” – 1996). Adaptação super moderna da conhecida história de amor mais bonita e trágica da dramaturgia mundial. O casal nome do filme, interpretado por Leonardo Di Caprio e Claire Danes, vivem um amor proibido e fatal, como todos já sabem. O filme trata do tema com ricos detalhes cenográficos, atualizando o enredo, porém sem mexer na estrutura do texto original. Isso tudo sem contar a magia lírica própria do diretor Baz Luhrmann de fazer filmes. É impressionante como Shakespeare não sai de moda, né!

Cidade dos Anjos, de Brad Silberling

“Cidade dos Anjos” (“City of Angels” – 1998).  É o tipo de filme que eu classifico como “machuca muito, mas não dói tanto”. Explicação: por mais que você chore e não aceite o final, você adora e assiste todas às vezes que passa na TV (tô mentindo?! hehe!). A história do anjo Seth (Nicolas Cage), que decide abrir mão de sua divindade para viver o amor que sente pela Dra. Maggie Rice (Meg Ryan), é uma das mais bonitas e tocantes do final da década de 90. Seu final triste e aparentemente injusto nos faz refletir sobre muitas questões da vida, da morte, da eternidade, além de nos motivar a dar mais valor ao que ainda temos de mais precioso na vida: as pessoas que amamos.

Titanic, de James Cameron

“Titanic” (1997). Pra fechar o post com chave de ouro, um dos três filmes mais oscarizados de todos os tempos, que até o dia de hoje obtém a maior bilheteria do cinema mundial e provavelmente o mais visto e lembrado do planeta. Quem não viu pelo menos duas vezes esse filme na vida, ser humano normal não pode ser. Só no cinema eu vi 5 vezes, tamanho o fanatismo da pessoa, hehe! Grandiosidade não falta nesta história romântica encenada no verídico naufrágio mais trágico e famoso já conhecido. Ali nasceu e se eternizou o amor de Jack Dawson (Leonardo Di Caprio – olha ele de novo na lista) e Rose DeWitt Bukater (Kate Winslet), narrado em meio ao triste evento que culminou na morte de 1500 pessoas, dentre essas incluindo o próprio Jack (coitado!). O sucesso do filme não está só na sua magnificência de efeitos e técnicas, mas na credibilidade de um roteiro convincente, numa direção impactante e atuações comoventes. Ah, é impossível não ver de novo…rsss!!!

(Últimos cinco filmes na continuação…Inté!)

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