Belezas clássicas…

•Junho 4, 2008 • 1 Comentário

Hoje o post vai ser curtinho, mas bem especial. Recebi por e-mail mandado pelo meu pai, que conhece como ninguém a filha cinéfila que tem, um vídeo muito bem feito com as verdadeiras belezas clássicas imortalizadas pelo cinema mundial. Pra citar algumas, rostos como o de Audrey Hepburn, Katharine Hepburn, Marilyn Monroe, Ingrid Bergman, Bette Davis, Grace Kelly, Marlene Dietrich, Greta Garbo, Brigitte Bardot, Sophia Loren e de algumas atrizes mais contemporâneas como Meryl Streep, Diane Keaton, Susan Sarandon, Jodie Foster, Angelina Jolie, Halle Berry e Charlize Theron em uma transformação impressionante. Quem gosta de cinema e grandes atrizes como eu, vai amar!!!

Aliás, no decorrer do ano pretendo fazer uma série de posts sobre cada atriz/ator/diretor favorito de ontem, hoje e sempre. Ah, como eu gosto disso! hehe!!!

:)

As novas vozes da música…

•Maio 28, 2008 • 1 Comentário

 

(Mark Mainz/AP Images for Fox)

David Cook (ao centro, cantando) foi o vencedor da 7ª temporada do American Idol. Ao seu lado esquerdo, o outro finalista David Archuleta (Mark Mainz/AP)

A música é uma das minhas maiores paixões. De diversos estilos, gêneros, etnias e nacionalidades, acompanha o meu dia-a-dia em todos os momentos, desde que eu acordo até quando estou sonhando. O que é a vida sem uma trilha sonora? Ela está em todos os lugares, no trabalho, na escola, no mp3 player, no rádio do carro, no computador, no filme, na novela, no primeiro beijo… Música é onipresente. Mas o que diferencia uma música de outra? O que torna a música tão especial e única?! Uma resposta: a voz. Eu sou uma eterna apaixonada por grandes vozes, intérpretes insubstituíveis das mais belas e inesquecíveis canções. Não sei se é pelo fato de que o som e o timbre da voz me emocionam e cativam, ou se é pela frustração maior de não ter talento para cantar (hehe!). Se Deus me perguntasse hoje… “Que dom gostarias de ter?” Definitivamente eu diria: “o dom de saber cantar”. Não simplesmente saber cantar, já que não é difícil encontrar por aí cada figura estranha que se rotula cantor(a). Agora realmente cantar bem, ter uma voz linda, poderosa e original, ah, isso é privilégio de poucos espalhados pelo mundo. E alguns desses privilegiados estão sendo ‘garimpados’ em um programa popular americano muito conhecido e copiado em diversos países, inclusive aqui no Brasil (como todos devem saber),  chamado “American Idol”. A versão original e mais bem-sucedida de um reality show em busca de novos talentos da música. Tão bem sucedida que acabou de finalizar sua 7ª temporada na última quarta-feira (21), com uma audiência total aproximada de 100 milhões de telespectadores somente em seu último dia. Impressionante, não é?! Pois é, mas mais impressionante ainda, é constatar que existem sim verdadeiros talentos descobertos na realização de todas as suas temporadas. Colocando de lado o bairrismo norte-americano imperativo em todas as suas produções, o programa tem se mostrado competente quanto a revelação de ótimos cantores(as) e intérpretes da música atual.  Prova disso são nomes de ex-participantes da competição como Kelly Clarkson, Chris Daughtry, Jordin Sparks e Carrie Underwood hoje conhecidos nas maiores paradas musicais mundo afora.

Nesta última edição não será diferente. Os últimos finalistas do reality show, David Archuleta e David Cook, mostraram que o programa não perdeu seu tato. Dois grandes talentos, musicalmente diferentes, mas com vozes personalíssimas disputaram a final mais equilibrada de todas as temporadas divulgadas. O jovem de 17 anos, David Archuleta, americano com descendência hondurenha, de voz macia, rouca e impressionantemente potente foi considerado desde o início da competição o favorito pelo júri composto pelo sempre exigente inglês Simon Cowell, pelo produtor pouco menos exigente Randy Jackson e pela nada exigente cantora Paula Abdul. O seu comportamento tímido, carisma e jovialidade deram a Archuleta seus status de preferido do público, e sua belíssima voz interpretando baladas como “Imagine”, de John Lennon, e “Angels”, de Robbie Williams , fizeram de suas apresentações as mais elogiadas e votadas entre os participantes. Entretanto nem todo o favoritismo de Archuleta, tirou os méritos do surpreendente David Cook, consagrado o ídolo americano da 7ª temporada. Com 25 anos, o ex-bartender e rockeiro inato provou que nem tudo está perdido quando se tem talento, e quando se tem aquele algo mais. E no caso de Cook, o algo mais está na sua voz poderosa, melodicamente perfeita, na evolução e determinação de cada apresentação, e principalmente na sua ousadia de personificar músicas consideradas imutáveis, como a maravilhosa versão de “Hello”, de Lionel Richie e “I don’t wanna miss a thing”, do Aerosmith. Um pouco menos carismático que o outro David, mas nem por isso menos querido do público, Cook foi o primeiro cantor do gênero a ganhar a competição. O seu estilo comercial (o mais vendável da edição, a exemplo de Daughtry) provavelmente também justifica sua vitória, e a certeza de sucesso nas paradas musicais incentiva os demais cantores de rock a correrem atrás de oportunidades como essa. 

Habilidade vocais não faltaram nesta edição do “American Idol”. Destaque para outros participantes como a rockeira de voz rasgada Amanda Overmyer, o impetuoso Michael Johns e suas lindas versões de Freddie Mercury, a diva irlandesa Carly Smithson, o descolado dreadhead Jason Castro de voz mansa característica, e a competente broadway singer Syesha Mercado, terceira colocada na competição. Acima de qualquer talento comercial ou carisma, os dois Davids comprovaram que a voz é um diferencial fundamental que qualquer cantor, banda e música precisa ter para fazer sucesso e ser lembrado. Com o crescente número de novos gêneros descartáveis e sem conteúdo, hoje em dia nada é mais raro do que um grande intérprete e uma boa letra de música. Verdade seja dita, a voz antecede a canção e imortaliza o artista. Afirmativa essa que nunca deve ser esquecida.

Caso não conheça e tenha interesse no programa ou no trabalho dos novos artistas como o David Cook e o David Archuleta, visite o site do “American Idol” e veja também os vídeos dos participantes no Youtube de grátissss!!!

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Herói subestimado…

•Maio 20, 2008 • 4 Comentários

Nunca julgue um filme pelo banner, ou melhor, nunca subestime um herói, ainda mais quando esse herói é de ferro! Partindo dessa premissa, aqui dou início a minha primeira opinião ‘crítica’ sobre filmes, e o primeiro deles é fresquinho, recém saído do forno para as telonas… “Homem de Ferro” (“Iron Man”), de Jon Favreau, aliás um ótimo ator que está provando ser um diretor de mão cheia. “Homem de Ferro” tinha tudo pra ser mais um daqueles filmes adaptados de HQ’s, repletos de efeitos especiais alucinantes, cenas de ação seqüenciais incompreensíveis, e claro, histórias impossíveis de amor pra dar aquela humanizada básica ao guerreiro carente/careta. Não que o filme fuja totalmente a tais estereótipos, até porque ele precisa deles para ser um blockbuster auto-sustetável. Na verdade, o que me chamou a atenção e fez a história se diferenciar das mais conhecidas, foram três fatores essenciais: 1º – o personagem Tony Stark é um superherói egocêntrico, e ele faz questão de não esconder isso, nem seus defeitos, nem bancar o salvador da pátria. É um ser humano passível de erros, mas com o mínimo de consciência cívica; 2º - apesar de ser um filme longo, não é cansativo (como outros do tipo que são duas horas e meia só de cenas de ação sem nexo) e tedioso (como alguns que querem explorar um lado emocional que não tem cabimento em um filme do estilo). A história em si preserva um ritmo curioso, alternando com humor e inteligência as situações que envolvem os personagens, cativando a atenção do espectador; 3º – o fato de ter um elenco com Jeff Bridges, Terrence Howard e Gwyneth Paltrow já valeria o ingresso, mas o que se destaca em todo longa é o retorno triunfal do polêmico mas excelente Robert Downey Jr. como o protagonista da história. Primeiramente rechaçado pelos críticos e fãs do filme por não ter o aspecto físico dito condizente com o personagem, Downey Jr. comprovou que competência vence qualquer desafio. Sua caracterização humorada e convincente conquistou a insaciável crítica americana e as platéias de todo mundo. Os números provam isso. De acordo com a (minha) bíblia cinematográfica IMDb (Internet Movie Database), desde a sua estréia no início do mês,  ”Homem de Ferro” já faturou 223 milhões de dólares nas bilheterias em todo o mundo, muito além do previsto para um herói de quadrinhos que nem é tão famoso assim.

Não que eu tenha virado fã incondicional, mas com certeza, uma continuação dessa história definitivamente não seria uma má idéia. Recomendo para os curiosos e receosos, como um dia eu fui…

Ficha técnica
“Homem de Ferro” (“Iron Man”)
Diretor: Jon Favreau (faz participação como o motorista Hogan)
Roteiristas: Mark Fergus & Hawk Ostby
Elenco principal: Robert Downey Jr. (Tony Stark), Jeff Bridges (Obadiah Stane), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts) e Terrence Howard (Jim Rhodes)*

* O Homem de Ferro é um herói de uma história em quadrinhos (de mesmo nome) da Marvel Comics, criação conjunta do célebre Stan Lee (faz uma pequeníssima participação no filme como o Hugh Hefner), Larry Lieber, Jack Kirby e Don Heck.

Quer saber mais sobre a HQ e sobre o filme? Acesse os sites Universo HQ e IMDb (em english) ou joga no google que tu acha… :)

 

 

 

Recapitulando…

•Maio 17, 2008 • Deixe um comentário

Bom, só pra dar uma visão geral do que provavelmente constará neste cantinho toooodo especial pra mim, falarei a cada dia, um pouco das minhas maiores paixões, em termos de hobbies e trabalho, além dos acontecimentos do meu cotidiano que tenham algum destaque, ou que simplesmente merecem alguma consideração até mesmo reflexão neste espaço, que nada mais é do que um diário breve sobre uma vida comum, repleta de sonhos e realidades paralelas.

Opiniões e relatos sobre o cinema mundial atual (com ênfase para os independentes e bons blockbusters), o cinema brasileiro e sua nova linguagem, e especialmente o cinema clássico e cult, com os mais inovadores e ousados filmes já feitos, além de atrizes, atores e diretores que fizeram história na telona, e que hoje são imortalizados por seus novos fãs, como euzinha aqui. Falarei sobre a televisão, principalmente no que se refere às viciantes e inesquecíveis telenovelas e séries. Sobre teatro e grandes interpretações, literatura de cabeceira, jornalismo como futura profissão, personalidades que rendem boas pautas, sobre música e sua forte presença no mundo artístico.

Éhh… Deu pra perceber que assunto aqui, não faltará. É o mal da compulsão pelas palavras, pois nem escrevendo deixo de falar demais…hehe! Quem ler, espero que curta, porque eu certamente já estou curtindo muito!!! :)

Nasceu!!!…

•Maio 15, 2008 • 2 Comentários

 

 

 

 

 

 

 

Depois de anos de preguiça e desculpas inventadas que não convenciam ninguém, nem a mim mesma, nasceu hoje, dia 16 de maio, meu primeiro blog. E nasceu como eu, há 20 e alguns anos atrás, atrasado, desajeitado, com cara de joelho, humm, até que engraçadinho… Contudo ansiosamente esperado, como o maior e mais importante acontecimento do ano, o caçula, o preferido da mamãe. Coincidências e alguns pequenos exageros à parte, eis o meu primeiro post, que na verdade não tem nada de muito mais importante a dizer, senão do presente nascimento. Falta de pauta eu sei que não é, digamos que a primeira vez sempre é mais estranha, monossilábica, talvez contrangedora, não sei…É o que dizem por aí. Nunca revelo minhas fontes. Hehe!!!

Enfim, que seja o primeiro de muitos!!! ;)