…Porque o amor também é arte (parte 2)

(Continuação)

Os 20 casais mais inesquecíveis da telona…

Amor Sublime Amor, de Jerome Robbins e Robert Wise

- “Amor Sublime Amor” (“West Side Story” – 1961).  Adaptação “moderna” em forma de musical da história de Romeu e Julieta, só que dessa vez com o casal principal dançante Maria (Natalie Wood) e Tony (Richard Beymer), personagens que fazem parte de famílias rivais gânsters de Nova Iorque, os Jets e os Skarks. O inevitável final trágico dessa história deu ao filme 10 oscars de aprovação e sucesso. Até porque, deu pra ver que em Hollywood, final feliz não dá tanto dinheiro assim, né!

Uma Linda Mulher, de Garry Marshall

- “Uma linda mulher” (“Pretty Woman” – 1990). Um clássico inovador dos filmes românticos. A improvável história da adorável prostituta Vivian Ward (Julia Roberts) e o entediado empresário ricaço Edward Lewis (Richard Gere) que ao se apaixonarem perdidamente, têm que lidar com o preconceito do mundo que os cerca e com os seus próprios julgamentos de valores. Destinados a ficarem separados, o amor e a vontade do público prevaleceu no fim. 

Ghost - Do Outro Lado da Vida, de Jerry Zucker

-”Ghost – Do Outro Lado da Vida” (“Ghost” – 1990). A mais conhecida história de amor além da vida dos cinemas. A tragédia neste caso, acontece no início do filme quando Sam Wheat (Patrick Swayze) é assassinado a mando de seu melhor amigo, deixando sua amada Molly Jensen (Demi Moore) desamparada, contudo, nunca sozinha. Infelizmente, por razões óbvias, o “juntos felizes para sempre” não pôde acontecer no final do filme, mas com certeza não há quem não se comova com o último e eterno beijo de despedida do casal.

Além da Eternidade, de Steven Spielberg

- “Além da eternidade” (“Always” – 1989). Outra grande história de amor que vai além do que conhecemos. Um dos últimos belos filmes feitos por Steven Spielberg, retrata a relação do casal Pete Sandic (Richard Dreyfuss) e Dorinda Durston (Holly Hunter) que é separado por um acidente que custou a vida de Pete. Como última missão na Terra, ele deve ajudar o rapaz Ted Baker (Brad Johnson) a substituí-lo no seu arriscado trabalho e aceitar a difícil tarefa de vê-lo ser o novo companheiro da mulher da sua vida. Afinal, amar é deixar que a pessoa amada seja feliz, mesmo que não seja com você. Triste, mas é bom!!!

Amor Além da Vida, de Vincent Ward

- “Amor além da vida” (“What Dreams May Come” – 1998). Diferente dos outros filmes do gênero, este belo filme fala de uma difícil história de amor após a morte. Com o insustentável sofrimento da perda dos filhos e do marido anos mais tarde, Annie Collins-Nielsen (Annabella Sciorra) suicida-se. Ao saber da morte da mulher, Chris Nielsen (Robin Williams) busca de todas as formas encontrá-la, já que por ter tirado a própria vida, ela se encontra em um outro lugar diferente do Paraíso em que ele e seus filhos estão. O final do filme enaltece a perseverança de Chris e mostra que não há barreiras quando o amor é mais forte do que a vida. Os efeitos especiais e a direção de arte também fizeram valer o ingresso.

(Continua…)

~ por Baby em Junho 20, 2008.

4 Respostas to “…Porque o amor também é arte (parte 2)”

  1. Adorei esse post!! Clima de dia dos namorados, ainda..

    Vi que a barra lateral ali andou crescendo um tanto. Agora estou indo dormir já, mas durante a semana vou ouvir umas coisinhas linkadas ali que não conheço.

    :)
    Beijos!

  2. Bacana a lista! “A Dama e o Vagabundo” vão entrar tbm?

  3. Uma linda mulher *-*
    esse filme é tão tão..
    amei tudo por aqui.

  4. adore esto e muito bom para poder relembra que o homem e capaz de fazer e fazer esquecer um pouco da vida diaria, com noticia tragica e agente se ver indefeso disprotegido e sem poder protegem as vezes as pessoas que agente mais amar

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