…Porque o amor também é arte!
Para celebrar o dia dos namorados, no último dia 12, eu pensei… Nada melhor do que relembrar os maiores, mais apaixonados e inesquecíveis casais que tivemos na telona, na minha humilde opinião, é claro (rss!). Ao analisar os 20 casais que escolhi para citar por aqui, percebi que a maioria – pra não dizer praticamente TODOS – não tiveram, o que se considera de fato, um final feliz. Separações, amores impossíveis e mortes são alguns dos acontecimentos que finalizam muitas das histórias, o que controversamente aumenta o interesse geral e cativa ainda mais as pessoas que as assistem. No entanto, o que importa destacar é que estes filmes clássicos com lindos casos de amor, indiscutivelmente mexeram com os corações dos espectadores e marcaram para sempre não só o cinema mundial, mas principalmente gerações de uma época que até hoje não acabou.
Pra não ficar cansativo e extenso demais, iniciarei com os primeiros 5 filmes mais memoráveis em termos de história e protagonistas. Darei continuidade aos demais no decorrer dos dias…
Ah… E viva o amor, né!!! :)

Casablanca, de Michael Curtis
- “Casablanca” (1942). Considerado o maior filme de amor de todos os tempos. O casal Rick Blaine (Humphrey Bogart) e Ilsa Lund (Ingrid Bergman) terminam a difícil história de amor separados. A cena derradeira da despedida dos apaixonados é um ícone mundial do cinema, afinal até hoje não há quem não sucumba aos esperançosos dizeres ”We’ll have Paris.”
- “E o Vento Levou” (“Gone with the Wind” – 1939). Um dos primeiros filmes de amor mais premiados do cinema (se não for o primeiro) com 8 oscars. A história do intempestivo casal Rhett Butler (Clark Gable) e Scarlett O’Hara (Vivien Leigh) acaba com a protagonista descobrindo-se tardiamente apaixonada pelo marido, que acabou por abandoná-la já que não conseguiu mais resistir à constante indiferença da amada. Péssimo senso de timing, né Scarlett!
- “A Princesa e o Plebeu” (“Roman Holiday” – 1953). O legítimo conto de fadas cinematográfico. Por razões óbvias e ao tempo tristes de aceitar, o amor impossível entre a Princesa Ann (Audrey Hepburn) e o jornalista Joe Bradley (Gregory Peck) não se concretiza com o final feliz que torcemos. A princesa prosseguiu princesa, e o jornalista, coitado, continuou pobre. (rss!)
- “Love Story” (1970). Claramente inspirado na história de Romeu e Julieta, mais contemporâneos, porém não-suicidas, Love Story é um dos mais inesquecíveis dramas de amor do século XX. O relacionamento proibido – pelos pais ricos do rapaz – do casal Jennifer Cavalleri (Ali MacGraw) e Oliver Barrett IV (Ryan O’Neal) tem seu fim terreno com a devastadora morte da mocinha, abatida por uma cruel doença. Mas o filme não deixa de ser bonito mesmo assim, né gente!
- “Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas” (“Bonnie and Clyde” – 1967). Filme que revelou a verdadeira conotação da expressão ‘amor bandido’. Baseado na história real do casal protagonista, Bonnie Parker (Faye Dunaway) e Clyde Barrow (Warren Beatty), é considerado um feito revolucionário no modo de fazer cinema, especialmente quando se trata de uma história de amor como pano de fundo em um filme de ação e de certa violência. A cena final, com a morte do casal, tornou o filme célebre. Afinal o amor é assim, na saúde, na doença, na riqueza e nos crimes, até que a morte os separe.
(Continua…)





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